RICARDO ALEXANDRE SAÚDE MENTAL INTEGRAL
Uma Clínica de saúde mental de primeira
Sobre mim
Sou médico e psicanalista. Atendo em consultório, no Gutierrez, e dou aula na Faculdade de Medicina da UFMG. Essas duas coisas não são separadas na minha cabeça: o que aprendo com quem me procura é o que levo para a sala de aula, e o que estudo é o que me deixa mais atento na consulta.
De onde eu venho
Nasci e cresci em Belo Horizonte e estudei em escola pública. Entrei na UFMG e me formei em Medicina em 2004.
Digo isso porque explica parte de como eu penso. Quem chega ao consultório carrega uma história, uma origem, um bairro, uma família e um jeito de ter sido cuidado, ou de não ter sido. Nada disso é detalhe. É clínica.
O caminho pelo SUS
Comecei pela Saúde Pública e pela Medicina de Família e Comunidade. Coordenei residências médicas em Betim e em Divinópolis e trabalhei na formação de médicos para o SUS.
Foi ali que aprendi a acompanhar pessoas ao longo do tempo, e não apenas episódios de doença. Ver alguém em várias fases da vida ensina uma coisa que nenhum livro ensina: quase nunca o motivo da consulta é o motivo da consulta.
Participei também do 3º Censo de Pessoas em Situação de Rua de Belo Horizonte, uma experiência que mudou o que eu entendia por vulnerabilidade e por acesso.
A saúde mental
A saúde mental sempre foi meu interesse mais forte, e foi para onde a minha formação foi se deslocando.
Em 2022 comecei minha formação em psicanálise e me filiei ao Instituto Brasileiro de Psicanálise Winnicottiana.
Winnicott me deu palavras para algo que eu já via na prática. Muita gente aprende cedo a apresentar ao mundo uma versão de si que funciona, que agrada e que não dá trabalho. Essa versão costuma sustentar-se por anos. E costuma ser exatamente ela que desaba quando o corpo começa a falhar.
O corpo, que é o meu tema
Meu trabalho de pesquisa e de ensino gira em torno de uma pergunta: como o corpo se torna lugar de sofrimento, de linguagem e de vínculo.
Isso inclui imagem corporal, transtorno dismórfico corporal, transtornos alimentares e sexualidade. Inclui também o que acontece quando alguém sente dor real e os exames voltam normais, e ninguém consegue explicar.
Sou mestre e doutor pela UFMG, professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina e orientador no Mestrado Profissional em Saúde da Família da UFOP. Escrevo e ensino sobre raciocínio clínico e comunicação em saúde, porque escutar bem é uma competência técnica, e competência técnica se aprende.
Por dois anos subcoordenei o NIAB, Núcleo de Investigação em Anorexia e Bulimia ,no Hospital das Clínicas da UFMG, junto a professora Ana Maria Lopes, com quem aprendi muito.
Hoje coordeno o Espelho, Espelho Meu, projeto de extensão da UFMG sobre saúde e imagem corporal. O projeto reúne estudantes de Medicina, Psicologia, Nutrição e Terapia Ocupacional em oficinas quinzenais gratuitas na Faculdade de Medicina, com mulheres que sofrem na relação com a própria imagem. É onde a pesquisa encontra a prática, e onde aprendi boa parte do que sei sobre esse assunto.
O que isso significa para quem me procura
Significa que você não vai ser atendido por alguém que separa o corpo da mente.
Significa que o remédio aqui não é resposta única nem inimigo. É uma ferramenta, usada quando há razão para usar, explicada quando é usada, e revista quando deixa de fazer sentido.
Significa que o diagnóstico serve para orientar o cuidado, e não para resumir você.
E significa que eu digo o que penso, inclusive quando penso que o melhor caminho não passa por mim.
Qualificação
Ricardo Alexandre de Souza CRM-MG 40700 — RQE 41559 Médico de Família e Comunidade
Mestre e Doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais Psicanalista, filiado ao Instituto Brasileiro de Psicanálise Winnicottiana Professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG
Pós-Graduação em Psiquiatria pelo CENBRAP, Pós-Graduação em Psiquiatria pela Manole Educação, não especialista.
Lattes: http://lattes.cnpq.br/9385293325656927 ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2568-941X

